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Algumas entidades empresariais como Associação Nacional de Restaurantes (ANR), Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria (SEGH) e Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon) apresentaram o estudo “A Atualização do Simples e seus Impactos na Economia Nacional”, o que levou a pedidos da atualização imediata da tabela do regime.
O estudo é realizado pela Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
Conforme o documento, as entidades estão preocupadas com os setores de alimentação de alojamento, que sofreram impacto econômico com a pandemia da Covid-19 e, atualmente, estão com sérias dificuldades de recuperação.
Nesses estabelecimentos são apontados diversos indicadores relevantes sobre o impacto do Simples Nacional na economia brasileira.
Segundo a análise, que toma como base o índice de Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), revelam que a defasagem da atualização da tabela do Simples Nacional, sem atualização desde o ano de 2018, já atinge os 75,81%. Diante desse cenário, é fundamental a revisão urgente da tabela.
Com o estudo realizado, as entidades empresariais tem o objetivo de demonstrar os impactos positivos para o desenvolvimento econômico, um estímulo dos setores e geração de emprego.
Em vista disso, indica que a atualização das faixas do Simples Nacional significaria uma disponibilização de R$ 77 bilhões com destino aos setores produtivos nacionais. Vale destacar que o valor equivale à metade da arrecadação do regime tributário no ano de 2022.
A partir da proposta da revisão da tabela do Simples proposta pelo estudo, o teto atualizado do regime passaria de R$ 4,8 milhões para R$ 8,4 milhões, o qual geraria um impacto altamente positivo na economia brasileira.
Fonte: Contábeis
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